ERECHIM
Viver sem violência: encontro marca Agosto Lilás em Erechim
   

Por SMGG - Diretoria de Comunicação - Prefeitura de Erechim
13/08/2026 12h16

Atividade integrou a programação do Agosto Lilás, que neste ano marca os 20 anos da Lei Maria da Penha, e reforçou a importância do acesso à informação e à rede de proteção

A Prefeitura de Erechim, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, da Coordenadoria da Mulher e do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), promoveu um encontro voltado às mulheres migrantes residentes no município. A atividade, realizada em parceria com a Organização Internacional para as Migrações (OIM) – Integração Erechim e a CUFA Erechim, integrou a programação do Agosto Lilás – 20 anos da Lei Maria da Penha.

Com o tema “Viver sem violência também é um direito: proteção às mulheres migrantes do Brasil”, o encontro teve como objetivo ampliar o acesso à informação e orientar as participantes sobre direitos, prevenção e formas de buscar ajuda em situações de violência contra a mulher. Participaram lideranças migrantes de diferentes nacionalidades que vivem em Erechim e atuam na orientação e no apoio a outros migrantes residentes no Município. O encontro também possibilitou o diálogo direto com profissionais que integram a Rede de Atendimento e Proteção.

Entre as participantes que compartilharam informações estavam a coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres da Prefeitura de Erechim, Joana Mattia; a consultora de Integração da OIM em Erechim, Josiani May; a coordenadora e assistente social da CUFA Erechim, Caroline Neto; e a psicóloga da CUFA, Neuza Machado.

Para a coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres da Prefeitura de Erechim, Joana Mattia, levar informações sobre direitos e serviços disponíveis é fundamental para fortalecer a proteção das mulheres migrantes. “Levar informação e conhecimento sobre os direitos das mulheres é uma forma concreta de fortalecer a prevenção e o enfrentamento à violência. Para as mulheres migrantes, esse acesso é ainda mais importante, porque muitas vezes existem barreiras relacionadas ao idioma, à falta de conhecimento sobre os serviços públicos e à própria adaptação a uma nova realidade. Nosso compromisso é garantir que todas saibam que não estão sozinhas, que têm direitos e que podem contar com uma Rede de Proteção preparada para acolher, orientar e encaminhar cada situação com segurança e respeito. Esse encontro também é uma oportunidade de aproximar as políticas públicas das comunidades migrantes e fortalecer os vínculos para que essas mulheres se sintam pertencentes e protegidas em Erechim”, destaca.

Onde buscar ajuda

Durante o encontro, foram apresentados os principais serviços públicos disponíveis para mulheres que estejam vivenciando situações de violência:

Central de Atendimento à Mulher – 180: atendimento gratuito, sigiloso e disponível 24 horas;

Brigada Militar – 190: atendimento em situações de emergência;

CRAM: Rua Benjamin Mosena, 181, Bairro Bela Vista. Telefones: (54) 99139-1480 e (54) 3520-7102;

CRAS e CREAS: as mulheres também podem procurar atendimento nos Centros de Referência de Assistência Social e no Centro de Referência Especializado de Assistência Social.

 


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