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OPINIÃO |
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Analisar o passado, cobrar propostas, escolher bem |
Todos os pleitos, porque momentos reservados a nós, o povo, são sempre importantes. Contudo, ao que sentimos, diante de inseguranças econômicas, jurídicas e políticas, a deste ano é da maior relevância. Cabe-nos, filiados ou não a partidos, a missão indelegável de analisar o passado e o presente dos dois candidatos. Ao mesmo tempo, obviamente, as propostas, afastando o inverídico, colocadas para análise. A confiança sempre respaldada na certeza de que cada um encontremos. Houve, no primeiro turno, lamentavelmente, exagero de abstenções, de votos nulos e brancos. Fácil supor: não tivessem acontecido, a decisão poderia ter se concretizado. Almejamos que não se repitam. No fim de semana, decorrentemente, tudo exclusivamente conosco, eleitores. Escolhamos bem — parece-nos tarefa simples —, para não nos arrependermos amanhã. Tranquilidade no dia 25 e depois, amigos e amigas.
Jorge Lisbôa Goelzer
Erechim
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